| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Tyrannides |
| Wetmore & Miller, 1926 | |
| Parvordem: | Tyrannida |
| Família: | Cotingidae |
| Bonaparte, 1849 | |
| Subfamília: | Cotinginae |
| Bonaparte, 1849 | |
| Espécie: | L. conditus |
A saudade-de-asa-cinza é uma ave passeriforme da família Cotingidae.
A espécie foi descrita apenas em 1980, sendo ainda muito pouco conhecida, até mesmo pelos ornitólogos. Está ameaçada devido a incêndios florestais.
Seu nome científico significa: do (tupi) tijuca, tijeguaçú = (não confirmado), derivações de nomes indígenas como este, são frequentemente incertas, mas existem duas possibilidades para este nome: 1) ti = bico; e yub, yubá = amarelo; e 2) etimológicamente duvidoso tijuca = pântano, palavra usada para nomear alguns lugares brasileiros, mas não apropriado para uma ave de floresta da montanha (Snow, 1982); e do (latim) condita, conditus = que guarda distância, que se esconde, escondido. ⇒ (Ave) que se esconde com bico amarelo ou (ave com) bico amarelo (que estava) escondida.
A plumagem desta ave tem coloração verde-oliva no dorso e mais amarelada na região do ventre. As asas são verde-oliva e as penas de vôo são cinzentas.
Não possui subespécies.
A espécie sempre foi rara e de ocorrência muito localizada, habitando as matas nebulosas, entre 1.800 e 2.000 metros de altitude, em montanhas de difícil acesso. É detectada mais facilmente pelo seu canto. Pode ser observada na copa da mata ou então em galhos expostos acima da linha das árvores. Vive solitária ou aos pares.